segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Apoios em 06/09/

Carmélia Viana 65888, Luciana Luanda e Aparecida Cardoso.

Aparecida Cardoso, Carmélia Viana 65888 e Ana Maria Soares
Apoiadoras após momento de conversa e planejamento no comitê.

Agenda 7 de setembro

Carmélia Viana 65888 estará em panfletagem durante o desfile de 7 de setembro em Belo Horizonte.

Aniversário Enio - 25/07/10

Apoios importantes nas cidades de Formiga e Lavras. Meu mito obrigada e a promessa de eleota continuarei lutando por uma socidade justa livre de opressão e todo tipo de preconceitos.

Em campanha



Confraternização no Comitê

apoio de todas idades
Confraternização no comitê
Confraternização Comitê
Confraternização no Comitê em Família

Renegado

No encontro do candidato ao Governo de Minas, Hélio Costa, com os representantes da Cultura em Belo Horizonte o apoio de Renegado, mostrando a força da Juventude Mineira.

CAMPANHA

Apoio de Cleber de São Gonçalo de Rio Preto
Apoiadores de Diamantina e São Gonçalo do Rio Preto no Comitê, no dia 27 de agosto

Durval de Barros 27/08/2010


Carmélia Viana 65888 e Bebela em visita a D. Helena no bairro Durval de Barros, fico feliz por ter ao meu lado esta grande representante da luta em defesa direitos da mulher nesta caminhada rumo a Assembléia de Minas.

Momentos em Barroso - 05/09/2010

Igreja Matriz de Santana - Barroso/MG



Palácio dos Três Poderes - Barroso/MG - Prof. Marcelo, Carlos Antônio e Carmélia Viana 65888

Jovens apoiadores

JOVENS APOIADORES - Juntos por Minas
Juntos por Minas

Caminhada 03/09/10

Caminhada em apoio a candidatura de Hélio Costa e Patrus Ananias ao governo de Minas, a nossa candidata Carmélia Viana 65888 esteve presente.

Apoiadores Ceu Azul 01/09/2010


Betinha e seus familiares em encontro caloroso no dia 01/09, após um lanche delicioso, a candidata Carmélia Viana 65888 visitou conhecidos desta grande apoiadora.

Mensagem de Apoio Leonides Angela - João Monlevade

Adorei a mensagem carinhosa.

Obrigada pelo apoio e por mais fazer parte desta caminhada rumo a vitória.

Saiba que és uma grande apoiadora, e que no que precisar estaremos aqui para construir juntas um futuro melhor e mais justo para nós.

abraços.

Carmélia Viana  (Dep Estadual 65888)



Apoios em Barroso 05/09

Carmélia Viana 65888 visitou a família de D. Maria mãe do professor Marcelo, na cidade de Barroso. Foi comemorado, com um almoço gostoso e muita alegria, seus 85 anos.

Cercada pelo filho, as 8 filhas, vários netos, bisnetos e muitos amigos, D. Maria soprou as velinhas.

"Fiquei bastante feliz por participar desse momento festivo de muito amor e sinceridade. Minha campanha se fortalece com o apoio e declaração de votos dessa familia maravilhosa.
Eleita manteremos esse díalogo permanente com o município de Barroso atávés do professor Marcelo." (Carmélia Viana 65888)

CIÚME MATA UMA MULHER A CADA CINCO DIAS EM BH

Traição, ciúme doentio, possessividade e incompreensão com o fim de relações. A cada cinco dias, é registrado um assassinato em Belo Horizonte tendo como motivação a paixão obsessiva de namorados, maridos e amantes – número que representa um em cada 10 homicídios na capital –, segundo levantamento do Centro de Pesquisas em Segurança Pública da PUC Minas. Mas os sinais da tragédia são graduais. Muitas vezes, eles simbolizam o ápice de problemas amorosos iniciados com agressões e ameaças. E, em diversos casos, combinadas com a passividade da mulher, que não consegue se libertar das amarras por medo de sofrer ainda mais, as falhas policiais ou os equívos da Justiça.
 O fundamento da pesquisa, na verdade, foi a análise de 671 inquéritos de homicídios em registrados em BH, de 1993 a 2006, para compreender a relação do crack com a criminalidade, mas não se limitou aos efeitos da droga. Os processos avaliados foram escolhidos aleatoriamente e correspondem a 7% do total registrado na capital nesse período. Os pesquisadores dividiram os inquéritos em categorias e identificaram que 11,62% têm como motivação conflitos nas relações afetivas. Ou seja, no intervalo analisado, dos 9.160 homicídios computados na capital cerca de 1,1 mil se encaixariam na categoria. O dado é inédito. Antes da conclusão da pesquisa, os órgãos de segurança pública não sabiam extratificar a porcentagem de crimes passionais em relação aos demais.

Os casos de crime passional representam uma das maiores causas de morte na cidade, atrás somente dos assassinatos envolvendo drogas. No período de 1993 a 1996, os crimes afetivos superavam os relacionados às drogas, com 15,5% do total ante 8,3%. De 1997 a 2004, com o auge do tráfico de drogas, a proporção caiu quase pela metade, o que não significa queda no número de ocorrências. E, nos últimos anos, voltou a subir, ultrapassando o índice do começo da década passada e chegando a ser a segunda maior causa de homicídios em BH, dessa vez atrás apenas dos crimes envolvendo as drogas, tendo como o vilão o crack, já ramificado em aglomerados da capital, e à frente dos casos de vingança e desentendimento em bares.
O assassinato é, muitas vezes, o clímax de um problema de relacionamentos conturbados. Antes disso, as cenas de violência se repetem, como ocorreu com a auxiliar de limpeza S.F.M, de 30 anos. O ex-marido é alcoólatra e insistia em visitar a filha “totalmente transtornado”. Ao impedi-lo de ver a criança, o marido passou a fazer ameaças. “Registrei três ocorrências policiais por medo. Só assim ele parou. Agora, estamos em paz”, diz a mulher. Ela vive com a filha, hoje com 11 anos, e um segundo marido.
 Como S.F.M., diariamente, uma média de quatro mulheres procura a polícia para registrar queixas de agressão e lesão corporal só em Belo Horizonte, segundo dados da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). No primeiro semestre dos últimos três anos, as ocorrências, respectivamente, chegaram a 734, 802 e 750.
Segundo a procuradora de Justiça do Ministério Público de São Paulo, secretária nacional de Direitos da Cidadania no governo Fernando Henrique Cardoso e autora de cinco livros sobre a condição da mulher – entre os quais está “A paixão no banco dos réus” –, Luiza Nagib Eluf, diferentemente daqueles relacionados às drogas, o trabalho para redução dos crimes passionais requer “uma mudança no padrão de comportamento” de toda a sociedade. “O machismo é o que gera o crime passional. É preciso ensinar que as mulheres têm os mesmos direitos dos homens. Nisso, as escolas e os meios de comunicação têm papel fundamental. Se as novelas retratarem mulheres fortes, com profissão e que têm direito ao sexo, inclusive, e as escolas ensinarem a importância do respeito na relação entre homem e mulher, teríamos uma alteração social que levaria à prevenção do crime passional”, avalia Luiza.
A entrada em vigor da Lei Maria da Penha, segundo a especialista, criou muitos mecanismos para defesa da mulher. “Mas ainda não atingimos um patamar minimamente aceitável”, critica. Ela defende que a mudança social deve ser reflexo da tomada de atitude feminina. “Quem tem que reagir neste momento? As próprias mulheres. Elas são muito medrosas em função da criação que tiveram. Elas são muito conformadas com a repressão, com o controle, com a não emancipação”, diz a procuradora.


João Henrique do Vale - Estado de Minas
Pedro Rocha Franco - Estado de Minas
Publicação: 06/09/2010 06:15 Atualização: 06/09/2010 06:57
Fonte: sitio www.uai.com.br